A Luiza Barcelos elegeu, pela primeira vez em 30 anos de história, uma celebridade como protagonista: a atriz Isabella Santoni. Segundo a designer da marca, Isabella personifica a mulher atual. É jovem, porém madura no jeito de ser, ao mesmo tempo alegre e de atitude. 

Batizada de Poesia Concreta, a coleção de verão da marca de sapatos e acessórios femininos foca no poder da mulher contemporânea. Os cliques de Cassia Tabatini conseguiram captar a entrega da atriz em poses ousadas, que primam pelos sapatos como protagonistas, mas sem deixar a beleza etérea da atriz em segundo plano. 

O styling é assinado por Yasmine Sterea e a beleza por Amanda Schon. A união das profissionais permitiu que a atriz encarnasse com maestria as épocas que serviram de inspiração para a coleção e, consequentemente, suas mulheres ícones: o Tropicalismo de Carmem Miranda, os Anos 80 de Madonna, o So Lady de Audrey Hepburn e o Modernismo da top model Twiggy.

 

Os irmãos e sócios Marcio e Antonio Figueiredo perceberam que havia uma escassez de sapatos acima do tamanho 44. Após pesquisarem o mercado, perceberam uma queixa comum dos homens que calçam tamanhos maiores: a falta de variedade de modelos nas lojas virtuais de sapatos masculinos. Assim nasceu a “Sapato Grande”.

A loja virtual promete uma ótima experiência de compra e entrega em todo o Brasil. Na Grande São Paulo, o prazo é de dois dias úteis e o cliente tem também a opção de comprar pelo site e retirar na loja física, na região central. Os preços são competitivos e, visando a dar maior comodidade a seus clientes, a Sapato Grande oferece também acessórios em tamanho grande. 

 

Os prints florais e de folhagens continuam como grande tendência na moda masculina e a Havaianas segue esta vibe com modelos da linha Top Tropical. Inspirada no clima tropical, são dois modelos com estampas que trazem pequenas frases e palavras que traduzem a calma e a tranquilidade: Keep it Cool e Simplify - um verdadeiro convite para relaxar e curtir os prazeres do verão brasileiro.

09 Aug 2017

 

Nesta edição do Abinforma conversamos com o gerente de Tecnologia da Informação da Via Marte, Ivair Kautzman. A empresa, sediada em Nova Hartz/RS, possui três plantas industriais, duas em Nova Hartz e uma na cidade de Sapiranga/RS. Com uma produção média de 30 mil pares diários, a indústria gaúcha tem um grande número de pedidos diários, entre 1,2 mil e 1,8 mil. O fato fez com que a empresa, em meados dos anos 2000, procurasse soluções no campo da automação, para uma melhor organização interna e relacionamento com fornecedores e clientes. Na entrevista, o gerente de TI da empresa nos fala como foi o processo e como ele tem auxiliado no desenvolvimento da produtividade.
 
Abinforma - Qual a importância desse controle interno por meio da automação da logística?
Ivair Kautzman -
 A adoção da tecnologia, que tem como premissa a serialização, é fundamental para melhorar a performance da produção, especialmente no quesito redução de custos, condição essencial para a competitividade. Desde que adotamos o sistema, em 2003, reduzimos os nossos erros de picking (separação de mercadorias) a quase zero, diminuímos o retrabalho, aceleramos o processo produtivo e conseguimos mitigar a falsificação e a pirataria pela oportunidade de rastreabilidade total da carga por meio do padrão global de identificação de mercadoria da GS1.

Abinforma – Antes da adoção da automação, os erros eram correntes?
Kautzman - 
Sim, tínhamos um índice de erros de registros das caixas entre 3,5% e 4,5% do total, um número alto e que prejudica a produtividade, pois quando uma mercadoria é entregue errado, o problema na realidade é dobrado, pois envolve ida e volta da mesma. O quadro era agravado pela configuração dos clientes da Via Marte, que solicitam um maior número de lotes com volumes menores.

Abinforma – Quanto da produção da Via Marte abastece o mercado interno?
Kautzman -
 Hoje, 95% da produção é voltada para o mercado interno, sendo que estamos presentes em mais de 20 mil pontos de venda no Brasil.

Abinforma – A Via Marte consegue mensurar, em termos financeiros, o quanto é economizado com a automação da logística?
Kautzman - 
Estimamos que algo em torno de R$ 500 mil por ano com redução de custos.

Abinforma - Qual foi o investimento total realizado?
Kautzman -
 Hoje contamos com o nosso próprio software de manufatura, somos proprietários. Para automatizar a logística, no entanto, investimos em scanners (coletores de dados) e computadores industriais, algo em torno de R$ 60 mil. Para empresas menores, o investimento pode ser muito menor, proporcional ao tamanho do negócio, e os ganhos igualmente importantes.

Abinforma - Você comenta sempre que a logística é uma questão de ganho em escala... Por quê?
Kautzman - 
Sim, a logística não pode ser encarada como questão de concorrência. A concorrência entre as empresas deve se dar no produto, em design, em estilo, em soluções inovadoras etc., não em logística. Na logística, a lógica é simples, quanto mais empresas utilizarem o padrão, melhor será a competitividade da cadeia, tanto pelo melhor controle interno – lembrando que estoque é custo -, passando pela redução de gastos com mão de obra até a questão de segurança, com ampla rastreabilidade e, consequentemente, mitigação da pirataria, falsificação e sinistros sinistros em geral. Mas, independente das demais empresas não utilizarem, nós fizemos nosso tema de casa e estamos satisfeitos com os resultados para a organização interna.

Abicalçados – Quantos dos parceiros, fornecedores e clientes, da Via Marte, utilizam a automação logística?
Kautzman - 
Poucos. Infelizmente, falta entendimento da importância da questão para boa parte da cadeia. Hoje, poucos fornecedores utilizam o mecanismo, no entanto, respondem por cerca de 50% das compras. Das sete transportadoras que trabalham conosco, apenas duas utilizam.

Abicalçados - E os funcionários, como reagiram à automação?
Kautzman - 
Hoje, quando chegam os caminhões dos fornecedores que utilizam automação, os funcionários disputam entre eles para descarregar. É tudo muito mais fácil de controlar. O tempo foi otimizado tanto para descarregar como para carregar os caminhões, em torno de 1/3 em comparação com processos manuais. Os motoristas que vêm buscar mercadorias também preferem vir primeiro na Via Marte, pois aqui é mais organizado e eles sabem que não precisarão ficar esperando horas porque alguém perdeu uma caixa do embarque.

Abicalçados – Além do ganho interno, com redução de custos, a automação pode ser usada no relacionamento com o consumidor?
Kautzman - 
Sim, por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), especialmente na logística reversa. Citamos o exemplo, se o consumidor precisa trocar uma mercadoria, precisa dar detalhes do produto, que muitas vezes são imprecisos, ou até enviar fotos. Aqui, se ele tiver o número da série conseguimos localizar facilmente todo o histórico do produto, da fabricação até a chegada no varejo. A automação também acaba por aumentar a fidelização e é uma ferramenta de marketing.

Abicalçados – Além de uma cultura de automação, o que falta para que o empresariado, de fato, passe a investir nessas ferramentas?
Kautzman - 
O empresariado não está enxergando o valor da automação para a competitividade. Além disso, ainda temos a falta de apoio do Governo, que poderia reduzir impostos de importação sobre produtos para a automação, incentivando a competitividade das empresas brasileiras. Hoje, uma multinacional com sede no Brasil, consegue comprar um produto de automação - scanners industriais ou computadores -  muito mais em conta do que a empresa genuinamente brasileira, que tem um imposto de importação altíssimo.

 

Embora prejudicadas pela recente valorização do real frente ao dólar, as exportações brasileiras de calçados registraram incremento de 14,7% em valores gerados no comparativo entre janeiro e julho deste ano com o mesmo período de 2016. Nos setes meses foram embarcados 67,4 milhões de pares que geraram US$ 608 milhões. Em volume, o número é 1,3% maior do que o registro do ano passado, o que é explicado pela alta no preço médio do produto verde-amarelo (de quase 12%).
 
O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, destaca que a valorização do real frente ao dólar tem tornado o preço do calçado brasileiro menos competitivo no exterior. “No Brasil, existe uma situação na qual o câmbio, muitos vezes, acaba sendo compensador para o nosso enorme custo de produção, trazendo algum ganho de competitividade no exterior. Em 2017, estamos convivendo com uma valorização da moeda nacional, o que é sintoma de uma economia mais saudável, mas o problema é que, como seguimos com um custo de produção elevado, terminamos por perder competitividade diante dos nossos competidores internacionais”, explica Klein, ressaltando que o preço médio do calçado brasileiro pulou quase US$ 2 entre 2016 e 2017.
 
Destinos

Nos sete primeiros meses do ano, o principal destino do calçado brasileiro foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 6,2 milhões de pares que geraram US$ 111,64 milhões, quedas de 11% e 7,7%, respectivamente, no comparativo com o mesmo ínterim do ano passado. O segundo destino foi a Argentina, país para onde foram enviados 5,17 milhões de pares por US$ 75,72 milhões, altas de 16,7% e 47,6%, respectivamente, no comparativo com mesmo período de 2016.
 
O terceiro destino das exportações foi o Paraguai, que ultrapassou compradores tradicionais como França e Bolívia. Nos sete meses do ano, os paraguaios importaram 8 milhões de pares por US$ 46,8 milhões.
 
 
Mais de 40% das exportações são gaúchas
 
Entre janeiro e julho, o principal exportador de calçados do Brasil seguiu sendo o Rio Grande do Sul. No período, os gaúchos embarcaram 15,7 milhões de pares que geraram US$ 261 milhões, altas de 2,4% e 10,7%, respectivamente, no comparativo com mesmo período de 2016. Atualmente o Rio Grande do Sul responde por 43% do total gerado com exportações de calçados no Brasil.
 
O segundo maior exportador do período foi o Ceará, que exportou 25,3 milhões de pares que geraram US$ 145,78 milhões, altas de 1,5% e 7,3%, respectivamente, na relação com os sete primeiros meses de 2016.
 
O terceiro exportador do Brasil no período foi São Paulo. Nos sete primeiros meses, os paulistas embarcaram 4,72 milhões de pares por US$ 69,74 milhões, queda de 17% em volume e alta de 11,3% em receita no comparativo com mesmo ínterim de 2016.
 
Importações

A desvalorização da moeda brasileira frente ao dólar também tem surtido efeito nas importações de calçados. Com o calçado estrangeiro mais barato, a entrada de produtos cresceu 5,2% em pares e 1,1% em dólares nos primeiros sete meses – em comparativo a igual período de 2016. Entre janeiro e julho entraram no Brasil 14,76 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 199,5 milhões.
 
No período, as principais origens das importações seguiram sendo os países asiáticos: Vietnã, 6,17 milhões de pares e US$ 109,7 milhões, altas de 4,4% e 1,5%, respectivamente; Indonésia, 2,28 milhões de pares e US$ 38,6 milhões, alta de 0,5% em volume e queda de 5% em receita; e China, 4,44 milhões de pares e US$ 19 milhões, quedas de 4% e 18,2%, respectivamente.
 
Itália
Surpreendeu no ranking de maiores vendedores de calçados para o Brasil a Itália. Com um preço médio elevado, de US$ 128,32 o par importado, o país europeu ultrapassou tradicionais exportadores de calçados para o Brasil, assumindo o quarto posto. Entre janeiro e julho, os italianos exportaram 88,54 mil pares por US$ 11,36 milhões, altas de 16,6% e 23,4%, respectivamente, no comparativo com igual período de 2016.
 
Entre janeiro e julho, em partes de calçados – palmilhas, solas, saltos, cabedais etc – o Brasil importou o equivalente a US$ 23 milhões, 16% menos do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.
 
 
Confira as tabelas completas no link https://drive.google.com/file/d/0Bwij5ZDRk_9Rd29INVpaQk44T1U/view

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promove, a partir das 8 horas do dia 24 de agosto, o curso Sistema GS1 - Identificação Global para Automação Logística. O evento, que será ministrado pelo engenheiro Luiz Renato Costa, assessor de educação da GS1 Brasil no desenvolvimento de padrões de identificação e treinamentos, será realizado na sede da entidade calçadista, em Novo Hamburgo/RS.
 
O consultor da Abicalçados, Igor Hoelscher, explica que o curso tem o objetivo de disseminar a prática da automação logística no setor calçadista, explorando ao máximo as possibilidades de codificação por meio de código de barras ou RFID. “A etapa de identificação correta do produto, por meio de padrões globais, é o primeiro passo para a automação e a integração logística da cadeia”, comenta, ressaltando que a codificação, aliada aos processos e troca eletrônica de dados, traz ganhos relevantes, especialmente, no que diz respeito à redução de custos, controle de estoques, rastreabilidade, agilidade e maximização das ações de marketing, tanto no comércio físico quanto no e-commerce.
 
Segundo Hoeslcher, a iniciativa tem o objetivo de estimular a integração do setor, sensibilizando sobre a importância da automação logística para uma maior competitividade. “A indústria já enfrenta um dos custos produtivos mais altos do mundo, somando altos impostos e burocracia, então, ela precisa fazer a lição de casa o que passa, necessariamente, pelo investimento em tecnologia com automação logística. Indústrias já nos reportaram economias anuais que chegaram a R$ 500 mil com mitigação de erros de picking (separação de mercadorias), rastreabilidade e controle de estoque”, acrescenta.
 
As inscrições são limitadas e o investimento é de R$ 32 para associados da Abicalçados, Assintecal e ACI - NH/EV/CB, e de R$ 80 para o público geral. As mesmas podem ser feitas nolink. A realização é da Abicalçados, por meio do Projeto Sola, e da GS1 Brasil. O apoio é da Assintecal e ACI - NH/EV/CB. 

Sobre a Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil)
É uma associação multissetorial sem fins lucrativos, que implementa padrões de identificação de produtos, como código de barras e EPC/RFID, colaborando para o processo de automação desde a matéria-prima até o consumidor final. Os padrões GS1 são utilizados em mais de 150 países. Identificam, com exclusividade, produtos, unidades logísticas, localizações, ativos e serviços. Facilitam a integração de processos para proporcionar soluções estruturadas de mensagens eletrônicas, a fim de viabilizar a total rastreabilidade das operações e a visibilidade dos itens que transitam nas cadeias de suprimentos.
  


Serviço
Curso Sistema GS1 - Identificação Global para Automação Logística.
Treinamento: Codificações GLN, GTIN, SSCC; Simbologias: código de barras e RFID; e E-commerce.
Data: 24/8, quinta-feira, das 8h às 11h30.
Local: rua Júlio de Castilhos, 561, Novo Hamburgo/RS.  
Inscrições: https://goo.gl/forms/G2hktPn3KzDacBVO2

 

Seja um pai clássico, despojado, moderno ou minimalista, a coleção da Kildare apresenta uma pluralidade de opções para complementar o look masculino nesse Dia dos Pais, garantindo estilo em dose máxima para aqueles que não abrem mão da personalidade, qualidade e conforto na hora de se vestir.

 

Grandes aliados do inverno, os abotinados aparecem em evidência no mix, com destaque para as botas no estilo coturno, um pouco mais robustas, e os sapatos de cano médio, que esbanjam estilo. Já para quem curte uma proposta mais clássica, prezando pela descrição, a pedida perfeita é apostar em modelos iate, que dispensam atacadores, e a linha de casuais, que vão bem dos momentos de lazer ao trabalho. As propostas esportivas, que seguem em alta no cenário da moda internacional, são uma boa aposta, com ênfase para os tênis jogging, siders e drivers, que conferem conforto e charme aos looks deles. Desenvolvidos em couro extramacio, os modelos seguem uma cartela de tons típica do inverno, em que protagonizam os terrosos, azul-marinho, bordô e cinza.

 

O apelo extra para os pais descolados, que têm uma relação ainda mais estreita com o universo da moda, fica por conta da coleção cápsula assinada pelo estilista Ronaldo Fraga, desenvolvida com exclusividade para a Kildare. Confeccionados em couro, os modelos expressam uma simbiose entre os estilos contrastantes da marca e do estilista, sintonizando perfeitamente o mood clássico das criações Kildare com o olhar visionário de Fraga, que destaca entre tons e traços, a estética urbana e o universo do skate. Couros maleáveis, com aspecto similar ao da lona, em contraponto com o nobuck e couro liso, dão origem a peças únicas, confortáveis e com shape visivelmente inovador, em nuances que variam das neutras, vibrantes e pastel, em contraste com prints com nítidas referências da arte das ruas.

03 Aug 2017

 

A Usaflex repaginou o clássico slingback, que existe desde 1950 no catálogo de Inverno. De salto mais baixinho, o calçado aparece com design estiloso, moderno e muito confortável.

A marca inseriu modelos mais tradicionais e alguns com características fashion e cheios de tendências. O ar vintage do modelo é ideal para combinar com roupas mais descoladas, como as calças pantacourt ou com o modelo boyfriend.

 

Conhecida por seu conforto absoluto, a marca, que é focada na busca e aplicação de novos conceitos ergonômicos, traz mais uma inovação para a moda do bem-estar.

As linhas 7115 com seus chinelos e papetes, 7116 com as slides e 7319 com as sapatilhas, que compõem a coleção 2018 da Modare Ultraconforto, receberam a tecnologia Gel Tech, peça ultraflexível em formato de gota feita de material super macio que fica na região do calcanhar.

Com propriedades de memória e que traz de 20 a 23 microcápsulas de ar comprimido em seu interior, esse sistema eleva os atributos funcionais dos calçados, e, combinados com as palmilhas e solados produzidos em EVA e TR, proporcionam muito mais leveza e um caminhar mais suave.

O Gel Tech torna-se elemento central no design, entregando um visual confortável, além de maximizar a experiência sensorial que os calçados da Modare Ultraconforto oferecem às consumidoras que valorizam a qualidade de vida e estilo 24 horas por dia.

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), leva 31 marcas brasileiras para participação na FN Platform, a principal mostra do setor nos Estados Unidos. O evento acontece entre os dias 14 e 16 de agosto, em Las Vegas.
 
Segundo a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, que acompanhará a ação, a FN Platform é uma ótima plataforma para posicionamento de marcas no mercado norte-americano. “A cada edição, notamos que as empresas brasileiras estão se consolidando no mercado, com suas próprias marcas”, avalia. A analista ressalta que os Estados Unidos são o principal destino dos calçados brasileiros no exterior, porém ainda muito focado em private label (sem marca própria). “A adesão constante por parte das empresas, mantendo um número de marcas acima de 30 a cada edição, mostra que os brasileiros buscam novos desafios, investindo fortemente para posicionar suas marcas neste mercado tão competitivo”, acrescenta Ruisa.
 
No ano passado, a feira norte-americana da temporada de primavera-verão, rendeu mais de US$ 1,3 milhão in loco aos calçadistas brasileiros. A expectativa de negócios alinhavados durante o evento chegou a quase US$ 7 milhões.
 
Mercado
Segundo maior mercado mundial do setor de calçados, com mais de 2,4 bilhões de pares consumidos no ano passado, os Estados Unidos são o principal destino do produto brasileiro desde os primeiros embarques. No ano passado, os varejistas norte-americanos compraram US$ 221 milhões em calçados brasileiros, 15% mais do que em 2015.
 
Participam da mostra as marcas Rider, Grendha, Zaxy, Cartago, Ipanema, Anatomic & Co, Moema, Schutz, Pampili, Boaonda, Shoetherapy, Carrano, Malu, Território Nacional, Vicenza, Guilhermina, Sollu, Klin, Freeway Easywear, Kidy, Bibi, Piccadilly, So.Si, Capelli Rossi, Bottero, Verofatto, Viviar Shoes, Werner, Amazonas, Lynd e Opananken Antistress.
 

Sobre o Brazilian Footwear:
Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
 
Sobre a Apex-Brasil:
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.
Conheça: www.apexbrasil.com.br.

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